Em Minas Gerais, Festival da Reforma Agrária pauta luta por cultura, comida na mesa e democracia

Produzir alimentos saudáveis, arte e cultura é resistir na luta pela terra e transformação social; o Festival do MST faz parte da agenda de lutas do dia do trabalhador(a) Da Página do MST

Por Agatha Azevedo e Matheus Teixeira
Da Página do MST

Entre os dias 29 de abril e 1 de maio, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ocupa a cidade de Belo Horizonte com produção saudável, arte e cultura, trazendo o já tradicional Festival de Arte e Cultura e Feira da Reforma Agrária e Agricultura Familiar, que em sua terceira edição, apresenta como lema: “Reforma agrária popular: cultivando terra, arte e democracia”.

Ao longo de três dias do evento, a Praça da Assembleia Legislativa irá receber produtos das nove regionais do MST de Minas Gerais, além de produtos de outros estados e de parceiros da agricultura familiar e da Reforma Agrária.

Terceira edição do Festival em Belo Horizonte tem como lema: “Reforma agrária popular: cultivando terra, arte e democracia”. Foto: David Robins/MST 

Serão cerca de 60 toneladas de alimentos e outros produtos da Reforma Agrária e da agricultura familiar. Segundo Maíra Santiago, do Setor de Produção, o Festival é uma forma de garantir a soberania alimentar na cidade e autonomia financeira no campo.

“Esses alimentos saudáveis vindos de nove regionais de Minas Gerais e de outros estados do Brasil, representam a materialidade da função social da terra que a Reforma Agrária representa, em dois aspectos centrais para o MST que são a agroecologia e a cooperação entre as famílias camponesas Sem Terra na produção de alimentos sem veneno e, ao mesmo tempo, cuidando dos bens da Natureza. Trazer toda essa produção para a cidade é demonstrar qual o projeto que queremos para nosso país”, explica.

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